À rainha da minha vida: o poema.
por Fernando Rebelo
Sua esbelta beleza ofusca-me por meros instantes,
tão bela quanto a paixão que o pescador tem com o mar,
tão grandiosa quanto a energia que a sucinta onda despeja no casco do barco
tão magnífica... tão simples... tão ingênua!
Duvido, ainda, da minha capacidade de dar-te o que deves ter,
do amor que deves obter, e sentir.
Não me contenho, faço de tudo!
Sofro, ainda, por certos devaneios
fantasia que torna-se tão real quanto sua presença
deixando-me inquieto, agitado, um certo indício de libido
Vai entender!
Contesto ainda o quão grande será meu sentimento
seria tão grande quanto a paixão do mar com o pescador?
Ó, mar... ensine a mim sua profecia da calma, seu ideal. Seria tudo mais perfeito.
quem sabe...
Ajudaria, sim, um homem a tornar-se um homem, como todos queiram que seja
e ensinaria-o a amar quem deve ser amado, amá-la, para sempre.
Ficaria grato pela eternidade... ficaríamos.

muito profundo.....lindo...
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